Meu bem, não se mendigue amor

Vivemos o início de um novo ciclo onde o contato pode ser tão fácil, uma mensagem, um alô.

Sou de uma geração que ainda viveu o fim de um ciclo onde celular não era para todos, computador muito menos e telefonemas só em caso de extrema necessidade.

Em outras palavras podemos dizer que com todos estes recursos atualmente, facilita o contato e é ai onde nasce um grande problema.

Hoje vivemos a “era do vácuo” onde muitos agindo com essa atitude busca na verdade levantar o ego, sentir aquela sensação de estar por cima, como se isso fosse um combustível para a autoestima.

Quanto mais vácuo, mais ego, mais autoestima.

É por isso que eu digo meu bem, não se mendigue amor.

O amor não merece ser mendigado, o amor não merece ser deixado no vácuo, onde nada se propaga, que nada contém, absolutamente vazio, oco.

Abandone o vácuo, largue quem não te agarra.

Não deixe essa prática machucar seu coração e jamais deixe que isso por alguma natureza te faça agir na mesma maneira.

Às vezes menos quer dizer mais, hora de colocar a vida nos eixos, mas antes ter a certeza que os trilhos estão seguros, para sim, não ter nenhum motivo para olhar para trás.

Geralmente sacudir a poeira requer uma força sobre humana que nem sempre conseguimos colocar em prática, nos deixando cada vez mais perdidos.

Mas há quem diga que quem está perdido é mais procurado e não há nada mais gratificante que ser surpreendido por uma procura, por uma obra do destino.

Às vezes precisamos da calmaria, da leveza, da lentidão do caminho para poder valorizar com intensidade o presente, o agora.

Acredito que as coisas tendem acontecer quando estamos distraídos, quando não estamos gerando tanta expectativa.

É aí que a sorte vem… Sem mendigar, sem vácuos, sem frustrações, sem qualquer tipo de desprezo.

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